O evento contou com a presença de várias autoridades, como o presidente do BNDS Aloizio Mercadante, Ministro do MAPA Carlos Fávaro, Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar Paulo Teixeira, além do Governador Mauro Mendes, do Prefeito Alexandre Lopes, o Presidente do Sindicato Rural de Campo Verde e da AMPA Alexandre Schenkel, além de produtores rurais como Eraí Maggi Scheffer e representantes das comunidades rurais beneficiadas pelos projetos entregues, mas quem a grande maioria da população presente queria ver era o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Milhares de pessoas estiveram presentes para acompanhar a visita do presidente,a maioria assentados, militantes do Partido dos Trabalhadores de toda região e simpatizantes do político.
Mas o motivo da presença deles ao Assentamento Santo Antônio da Fartura, foi o lançamento do programa Solo Vivo, que alia ciência, tecnologia e compromisso com o desenvolvimento sustentável. A iniciativa é uma parceria com a Federação dos Trabalhadores da Agricultura do estado de Mato Grosso (Fetagri-MT), responsável pela gestão do projeto, e com o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), que ficará a cargo dos estudos técnicos de análise e correção do solo. O investimento inicial é de R$ 42,8 milhões.
O ministro Fávaro ressaltou a robustez e a eficiência do programa Solo Vivo. “É uma iniciativa cuidadosamente planejada. Nosso objetivo é recuperar áreas degradadas, fortalecer a agricultura e aumentar a competitividade dos nossos produtos. Esse trabalho terá um impacto na vida de muitas pessoas”, afirmou o ministro.
Um exemplo da robustez está na gestão operacional do Programa, que garante a eficiência no campo. O consultor do Mapa César Pardini explica a parte operacional, a gestão técnica e o monitoramento do uso das máquinas e implementos agrícolas. “Todo o processo começa com as análises de solo feitas pelo IFMT. A partir dos resultados laboratoriais, identificamos as necessidades de cada propriedade e fazemos a aplicação dos insumos necessários, principalmente calcário e fosfato”.
Segundo Pardini, todo o trabalho de correção do solo é acompanhado em tempo real por meio de uma plataforma digital de gestão, chamada Operation Center, que permite monitorar a localização das máquinas, as atividades em andamento e o desempenho de cada operação no campo. “Isso garante total transparência e eficiência na execução das ações”, destaca.
O Plantão da Notícia esteve presente a visita do início ao fim, confira no vídeo:
Fonte: Redação Plantão da Notícia











