
Esse percentual é consideravelmente maior em localidades onde há maior concentração populacional. Em São Paulo, que lidera o ranking entre os estados, a taxa de recusas é de 4,49%, o que equivale a cerca de 720 mil domicílios em que o morador se recusou a prestar informações ao IBGE.
O coordenador técnico do Censo, Luciano Duarte, relata que várias formas de recusas foram observadas durante a operação. Ele menciona que há, já no treinamento dos recenseadores, instruções para identificar quando há pessoas morando na casa. “Ele vai, por exemplo, avaliar se tem cachorro em casa, se tem planta, se tem roupa no varal e, a partir daí, vai ter um indicativo de que, embora não tenha ninguém em casa naquele momento, aquele domicílio é uma unidade habitada”, diz.















