sexta-feira 12, junho 2026

Campo Verde ganha protagonismo com Alexandre Schenkel anunciado como primeiro suplente ao Senado

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Campo Verde poderá ampliar sua representatividade no cenário político estadual e nacional. O ex-presidente do Sindicato Rural de Campo Verde e ex-presidente da Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (AMPA), Alexandre Pedro Schenkel, foi anunciado oficialmente como primeiro suplente na chapa do senador Carlos Fávaro, pré-candidato à reeleição ao Senado Federal.

Com uma trajetória ligada ao setor produtivo e ao associativismo, Schenkel destaca que pretende levar para a política institucional a experiência acumulada ao longo dos anos em entidades representativas do agronegócio. Segundo ele, a missão é contribuir para a construção de políticas públicas que atendam tanto o grande produtor quanto a agricultura familiar.

Durante entrevista ao Plantão da Notícia, Alexandre ressaltou que o trabalho desenvolvido por Carlos Fávaro no Senado e à frente do Ministério da Agricultura abriu oportunidades importantes para o setor, como a ampliação das exportações de algodão e o fortalecimento de programas voltados aos pequenos produtores rurais.

Para Campo Verde, a presença de um representante do município na condição de primeiro suplente do Senado é vista como uma oportunidade de ampliar o diálogo com Brasília e fortalecer a defesa das demandas locais. Com forte ligação às cadeias produtivas do município, Schenkel afirma que pretende utilizar a experiência adquirida no relacionamento com entidades de classe, governos e a Frente Parlamentar da Agropecuária para buscar resultados concretos para a região.

“O nosso objetivo é ouvir a população, entender as necessidades do Mato Grosso e trabalhar em prol delas em Brasília. Queremos ampliar ainda mais o apoio para Campo Verde e para todo o estado”, afirmou.

Alexandre Schenkel também destacou que a nova função representa um desafio diferente de sua atuação tradicional nas entidades do setor produtivo. Segundo ele, além das pautas técnicas e institucionais, a atividade política exige proximidade com a população e capacidade de articulação para construir soluções coletivas.

Defensor do associativismo e do cooperativismo, ele afirma que pretende manter essa filosofia de trabalho na vida pública, valorizando o diálogo e a união entre diferentes segmentos da sociedade. “Sempre acreditei na força da coletividade. É com esse espírito que queremos contribuir para o desenvolvimento de Campo Verde, do Mato Grosso e do Brasil”, concluiu.

Caso a chapa seja confirmada nas convenções partidárias e obtenha êxito nas eleições, Campo Verde passará a contar com um nome diretamente ligado à sua história econômica e produtiva ocupando uma posição estratégica na representação do estado junto ao Senado Federal, fortalecendo a participação do município nos debates e nas articulações de interesse regional.

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