
Bolsonaro e o ex-ministro da Economia, Paulo Guedes, defendiam a venda da estatal sob a prerrogativa de “diminuir o tamanho do Estado”. No final de abril, quando o assunto foi intensificado pela gestão bolsonarista, o apoio à privatização era de 33%, desde então, caiu 9 pontos percentuais.
Entre os que acham que a companhia deve ser mantida sob o guarda-chuva do Estado, eram 55% em junho de 2022; agora, são 59%. Outros 17% não souberam responder.



















