Os critérios para diagnóstico da hipertensão arterial mudaram. Antes, uma pressão de 12 por 8 (ou 120 por 80 mmHg) era considerada normal. Agora, de acordo com as novas diretrizes, esse valor já indica um estágio de pré-hipertensão. A partir de 13 por 8 (ou 130 por 80 mmHg), já há recomendação de tratamento.
A mudança se baseia em estudos com milhares de pacientes, que mostraram que manter a pressão em níveis mais baixos reduz o risco de complicações, como doenças renais, AVC e infarto. “Hoje, entende-se que quanto menor o valor, melhor o controle e menor o risco a longo prazo”, explica Pâmela.
Mesmo quem tem pressão aparentemente normal deve fazer acompanhamento médico regular, pelo menos uma vez por ano. Isso porque a pressão pode variar ao longo do dia e atingir níveis mais altos sem que o paciente perceba.
O especialista lembra ainda que os tratamentos atuais são seguros e simples, com medicamentos de uso diário que mantém a pressão controlada por 24 horas.
Além dos riscos cardíacos e renais, a hipertensão pode causar problemas nos olhos, como retinopatia hipertensiva, edema da papila e oclusão de vasos. “A hipertensão é uma das principais causas de entupimento dos vasinhos da retina”, alerta a médica.
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