O fim do ano chega com suas urgências: entregas, cobranças, expectativas, balanços pessoais. É como se tudo precisasse caber nos últimos dias do calendário. E, sem perceber, vamos nos arrastando — cansados, irritados, no automático. Mas a rotina não precisa ser uma sentença… ela pode ser arejada.
Às vezes, descansar não significa parar tudo, mas mudar o ritmo.
- Mude a rota para o trabalho e observe o que você nunca viu.
- Acorde 10 minutos mais cedo para ter tempo de existir antes de responder ao mundo.
- Prepare um café demorado, sem pressa, sem celular, só você e o aroma.
- Arrume-se com calma, como quem escolhe.
- Almoce em outro lugar, nem que seja sozinho — permita-se uma pausa mental.
- Caminhe duas quadras a mais só para respirar ar puro.
- Troque uma tarefa por um banho quente e silencioso.
- Desligue notificações por uma hora — o mundo não acaba.
- Faça uma playlist leve para começar o dia.
- Leia três páginas antes de dormir, em vez de rolar a tela.
- Pratique o “não hoje” para compromissos que podem esperar.
- E, se der, tire uma tarde de folga sem culpa — descanso também é produtividade futura.
Porque, no fundo, o que esgota não é só o trabalho, é viver sem intervalos. Como diz o filósofo Mario Sergio Cortella, “Se estiver cansado? Descanse.”
Neste fim de ano, não tente ser super-herói. Dê-se pausas, respiros, caminhos alternativos. Talvez o que falta não é força…é pausa.
Por Tatiane Wiggers
Psicologia Organizacional
ConGer Contabilidade



















