O Conselho de Bem-Estar Animal de Campo Verde voltou a se reunir neste mês de abril para debater um tema que tem gerado grande repercussão, especialmente nas redes sociais: a situação dos animais no município.
Criado recentemente, o conselho ainda está em fase inicial, mas já apresenta avanços importantes. A proposta vai além do cuidado com cães e gatos, abrangendo também animais silvestres e de grande porte, dentro de uma abordagem de saúde pública.
Entre os principais desafios estão doenças como leishmaniose e esporotricose, além de casos de maus-tratos e abandono. Segundo os representantes, o problema exige não apenas ações do poder público, mas também maior conscientização da população.
Um dos pontos destacados foi a necessidade de responsabilidade dos tutores. Animais soltos nas ruas, além de estarem em risco, podem causar acidentes e até ataques, o que também caracteriza situação de maus-tratos.
O município conta atualmente com canais como a ouvidoria e o apoio da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente para denúncias e orientações. Além disso, há parceria com a associação Patinhas Carentes, que auxilia no cuidado com animais em situação de vulnerabilidade.
Outro destaque é o programa de castração gratuita, voltado principalmente para famílias de baixa renda cadastradas no CadÚnico. Apesar dos avanços, o conselho relata dificuldades com faltas e falta de retorno por parte de alguns beneficiários, o que acaba prejudicando o andamento do programa.
A legislação municipal também já prevê normas importantes sobre proteção animal, mas o cumprimento depende tanto da fiscalização quanto da colaboração da população.
O conselho reforça que o trabalho é de longo prazo e que somente com a união entre poder público e sociedade será possível reduzir os problemas e garantir mais qualidade de vida para os animais e para a população.
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